Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta. Fernando Pessoa
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
História dos Penteados
Os cabelos sempre se constituíram como um perfeito adorno para nossos rostos. O cabelo significava, historicamente, para a mulher, símbolo de sedução e para o homem, demonstração de força. Isto pode ser verificado na mitologia grega, onde afrodite cobria sua nudez com seus longos cabelos loiros e Sansão derrotou os filisteus quando recuperou seus fios preciosos. Nesse contexto, na Grécia antiga, oferecer as madeixas aos deuses significava um ato supremo, de grande sacrifico. No Egito os faraós diferenciavam-se socialmente pela forma de suas perucasl, enquanto que, para os muçulmanos, manter uma pequena mecha no alto da cabeça representava o ponto para que Maomé os conduzisse ao paraiso. Na mitologia hindu os cabelos de Shiva revelavam as direções do espaço e do universo.
História da Maquiagem
TUDO COMEÇOU NO EGITO...
É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.
As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.
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